univversos:

estamos sempre falando sobre nos sentirmos insuficientes para os outros, dentro das relações

{mas ninguém fala sobre o sufoco de nos sentirmos insuficientes para nós mesmos}


c.s.

marrwada:

Você entende agora que o amor importa. Renunciar é seguir. Isso machuca no fim… É foda mas é assim. Eu preciso caminhar, correr sem olhar pra lá onde a história ficou. Eu nem sei mais onde estou, preciso de mais amor aqui dentro.

Eu não me sinto uma pessoa boa mais, eu não me encontro só me perco e tanto faz. Perdi as regras num papel que voa atrás de uma resposta que ninguém se importa..

SAY GOODBYE

manuscrite:

eu nunca entendi essa história de que um amor cura a dor de outro.

não, não cura.

você não pode brincar com um ser humano dessa forma. você não tem o direito de usar alguém para tapar um buraco que foi deixado por outra pessoa. 

ela faz bem

verseando-amores:

Parece música. Quando seus dedos escorrem pelo meu rosto e encontram a sede voraz de um homem que ama, é doce. Quando seus olhos cativos e vibrantes encaram minha alma despida de coragem pra negar que amo, é doce. Quando seu abraço esquenta meu peito e seu peito se costura em mim, é doce.

Ela faz bem pra alma, pra mente. Faz fácil, não nega o desejo e queima. Amar você é como um barco à vela no meio da tempestade, é caos. Adrenalina inconstante, variada, que alucina, transcende e muda tudo.

Ela faz bem.

Ela me faz.

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